ASSOCIE SUA MARCA À CULTURA

INCENTIVO CULTURAL (Lei Estadual de Incentivo à Cultura e Rouanet)
Para incentivo cultural entre em contato pelo email: institutociabelladeartes@gmail.com ou iccba@hotmail.com

segunda-feira, 30 de abril de 2012

SARAU INDEPENDENTE - HOJE, ÀS 17h30m NA ARENA CULTURAL DA FLIPOÇOS


HOJE, 30/04, às 17h30m, ocorrerá na ARENA CULTURAL da FLIPOÇOS o SARAU INDEPENDENTE organizado pelo Instituto Cultural Companhia Bella de Artes, com o apoio da PERSE EDITORA INDEPENDENTE.

O SARAU É EM HOMENAGEM AO PATRONO DA FLIPOÇOS, o crítico literário 
ANTÔNIO CÂNDIDO!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O primeiro Sarau de 2012 será em homenagem ao escritor, crítico literário, sociólogo e professor Antonio Candido


O Sarau de Poesia de Abril, primeiro Sarau do ano, será em homenagem ao escritor, crítico literário, sociólogo e professor Antonio Candido.

Antonio Candido de Mello e Souza nasceu no Rio de Janeiro em 24 de julho de 1918. Durante a infância, não freqüentou a escola primária, educado em casa, tomou as primeiras lições com a mãe. Mudou-se ainda criança para Poços de Caldas, Minas Gerais, cidade de sua família. Conclui o ensino secundário em 1935, no Ginásio Estadual de São João da Boa Vista, no interior de São Paulo. Fez o curso complementar no Colégio Universitário da Universidade de São Paulo - USP, entre 1937 e 1938. 

Em fevereiro de 2008 Antonio Candido esteve no ICCBA para a inauguração da Biblioteca das Artes e é o Patrono da Flipoços 2012.

SARAU DE POESIA
DATA: 26/04/2012
HORA: 20 horas
LOCAL: Teatro do ICCBA - Rua Prefeito Chagas, 305 - PL - Centro - Edifício Manhattan.
Poços de Caldas-MG

Entrada Franca - "O palco estará livre... traga suas poesias..."

Informações: institutociabelladeartes@gmail.com - Fone: (35) 3715-5563


domingo, 22 de abril de 2012

BELLA DE ARTES apresenta DOGVILLE , direção Lars von Trier



LOCAL: Instituto Cultural Companhia Bella de Artes
Rua Prefeito Chagas, 305, andar PL
DATA: Terça feira, 24 de abril de 2012
HORÁRIO: 20h
INFORMAÇÕES: (35) 3715.5563 / ciabelladeartes.blogspot.com

 
 Em 2003, o diretor dinamarquês Lars von Trier lança Dogville. O diretor está inserido no Dogma 95, movimento cinematográfico que tem como objetivo retratar o aspecto mais real e menos comercial dos filmes, sem apelar para os efeitos especiais. Dogville faz parte de sua trilogia “EUA – A Terra das oportunidades”, tendo como sequência Manderlay (que saiu em 2005) e Washington (que ainda não tem data prevista para ser lançado).

Trata-se de um filme excepcional. Sua filmagem se dá de maneira simples, sem os recursos cenográficos e acústicos tão presente nos filmes de Hollywood. Os cenários são minimalistas e abusam da ideia de que há algo r epresentado no espaço. Pelo menos na mente do espectador. Aspectos da natureza são apontados pelos personagens, mesmo que eles não existam na realidade. O diretor trabalha a ideia da paisagem, do céu, da luz, da noite e do noite de maneira subjetiva, sem a necessidade de mostrá-los em loco. Não há música, nem deslocamento do tempo e do espaço. Só a ideia de sua presença.

Um dos pontos culminantes do filme é a maneira como von Trier retrata a arrogância humana, em especial aos personagens representados na trama, numa referência à população estadunidense (não toda, mas numa referência mais geral aos seus dirigentes). Tal fato provocou a manifestação de muitos telespectadores que se sentiram ofendidos na maneira como ele demonstrou aspectos dos Estados Unidos (mesmo sem nunca ter pisado no país), levando a crítica e a imprensa a dizer que von Triers era um antiamericano.

O contexto histórico da trama é a Grande Recessão American a pós crise de 29. O pano de fundo do filme acontece em Dogville, um lugarejo fictício incrustado nas Montanhas Rochosas (apesar de retratar os EUA, o filme é todo feito na Suécia) e que tem em Grace (Nicole Kidman) a personagem principal.
Fugindo de um grupo de mafioso, Grace é acolhida em Dogville. Mas o preço que terá que pagar para manter-se salva é muito alto. Ela deverá fazer tudo os que os moradores querem, mesmo que isso seja contrário à moral e ao bom compartamento humano, para poder sobreviver. Assim, irá conhecer o lado sombrio das pessoas retratado no orgulho, na ira, na inveja, na avareza, na vaidade dos que a cercam. É o retrato da alma humana, num aspecto que não queremos conhecer, mas que sabemos que habita em alguma parte de nós.

Lars von Trier mostra a falta de fé que existe hoje na humanidade, uma crítica explicita à sociedade de classe, mas especificamente ao modo como vive a sociedade estadunidense, onde impera o indivi dualismo em detrimento do coletivo. Deixa claro a ideia de xenofobia, o ódio ao outro, a cultura do forasteiro, ao seu modo de vida. Como se houvesse em determinado povo a solução para todos os problemas da humanidade. E não há.
Vale a pena ver. Dogville, produção de 2003. Dinamarca, Suíça, França, Noruega, Holanda, Finlândia, Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra. Censura: 16 anos.

A curadoria do cineclube é dos professores Lucas Marciano e Rozana Maris Faro, com colaboração do professor Hevisley Ferreira. O cineclube do ICCBA é parceria com o Sinpro (Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais) e a UJS. A idade mínima recomendada para assistir aos filmes é de 18 anos. O Instituto Cultural Cia Bella de Artes fica à Rua Prefeito Chagas, 305, Pilotis, Centro Empresarial Manhattan. Mais informações: 3715-5563.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

TERÇA 17/04 - Trash Humpers: um retrato do mal-estar début de siècle



Daniel Souza Luz*
Harmony Korine era um skatista adolescente interessado em cinema vivendo em Nova Iorque quando chamou a atenção do fotógrafo Larry Clark, que desejava dirigir um filme, em meados dos anos 1990. A pedido de Clark, Korine escreveu um roteiro sobre a percepção da vida que ele e seus contemporâneos levavam. O resultado explosivo foi Kids, cujo tom documentário sobre a propagação da AIDS entre adolescentes que faziam sexo desprotegido deixou críticos boquiabertos, suscitando tamanho debate que se tornou um cult movie, utilizado até hoje em palestras sobre a prevenção da doença. Clark dirigiu mais alguns roteiros de Korine, mas a opinião pública foi tão mobilizada por Kids que Korine conseguiu seguir seu próprio caminho como cineasta.
Decidido a aprofundar esta estética crua – influenciado, entre outros, pelo filme brasileiro Pixote – Harmony Korine fez filmes provocativos como Gummo, Julien Donkey-Boy e Mister Lonely, cujas estruturas narrativas nada convencionais lhe renderam a admiração de diretores que são lendas vivas, tais como Bernardo Bertolucci e Werner Herzog. Este último ficou tão impressionado que passou a atuar em seus filmes. No entanto, Mister Lonely, um filme mais refinado e sutil, foi uma produção cara para os padrões independentes do cineasta e que redundou em fracasso de público. Consequência: Korine radicalizou de vez sua proposta em 2009. O resultado é Trash Humpers, filmado em poucos dias em velhas fitas cassetes analógicas e editado em videocassete, com todas as falhas de imagem decorrentes deste processo.
A ideia: um bando de desajustados, vestidos com máscaras de idosos, filma seus atos de vandalismo por Nashville, Tennessee, interior dos Estados Unidos e cidade natal do cineasta, onde ele testemunhou fatos semelhantes. O longa-metragem resultante é como se alguém encontrasse uma fita cassete com filmagens sobrepostas e aleatórias de vários desses crimes ou bizarrices. Korine optou pelo vídeo para filmar rapidamente, usando seu irmão, esposa e amigos como atores, mas também por desprezo à obsessão pela alta definição de câmeras digitais e porque as fitas analógicas têm “uma estranha beleza... há algo de sinistro nelas”. E Trash Humpers é um filme sinistro. Recomendado apenas para cinéfilos interessados em filmes experimentais e os fãs do diretor – entre os quais me incluo. Pois, paradoxalmente, ao rejeitar conscientemente o hiperrealismo da violência estilizada de Hollywood, Trash Humpers impacta mais, pois nem tudo são pequenos crimes. A violência, ainda que só sugerida em corpos estendidos, e não se sabe se os personagens foram assassinados ou não pelos protagonistas, é absolutamente mais chocante do que quaisquer efeitos especiais de blockbusters, porque, justamente, são imagens amadoras.
Embora não seja o objetivo declarado, Korine agride mais o espectador do que, por exemplo, o celebrado cineasta alemão Michael Haneke, que explicitamente tem essa intenção. Ainda assim, em desabafos e monólogos que os perversos protagonistas registram de agregados e até de um deles mesmos, há belos insights sobre a busca de um sentido para a vida. Tudo, sempre, acompanhado de risadas de desprezo dos vândalos mascarados. Um registro de decadência e degeneração, Trash Humpers é niilista e talvez um reflexo da profunda crise econômica que abateu os Estados Unidos à época. Interessantemente, também é uma homenagem terna a quem se reúne por paixão para fazer filmes amadores. Quem conhece o curta sem título que Kurt Cobain, o falecido líder do Nirvana, filmou em super-8 com amigos nos anos 1980 sabe do que estou falando e reconhecerá várias semelhanças. Ressalto: por isso mesmo, é preciso se armar de paciência e interesse pelo contexto em que a obra foi feita para assistir ao filme, que além de ser incômodo tem várias passagens de tempo morto, por mimetizar uma fita com filmagens feitas a esmo.
Trash Humpers será exibido pelo cineclube Luz, Câmera, Reflexão do Instituto Cultural Cia Bella de Artes (ICCBA) na próxima terça, 17 de abril de 2012, às 20:00 horas, no Teatro Nicionelly Carvalho, no ICCBA. A curadoria do cineclube é dos professores Lucas Marciano e Rozana Maris Faro, com colaboração do professor Hevisley Ferreira. O cineclube do ICCBA é parceria com o Sinpro (Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais) e a UJS. A idade mínima recomendada para assistir aos filmes é de 18 anos. O Instituto Cultural Cia Bella de Artes fica à Rua Prefeito Chagas, 305, Pilotis, Centro Empresarial Manhattan. Mais informações: 3715-5563.

*Daniel Souza Luz é jornalista e ex-curador do cineclube Luz, Câmera, Reflexão.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

ENCARTE MUSICAL APRESENTA: Wanderson Di Lourenço





O Encarte Musical é um evento criado pelo Instituto Cultural Cia Bella de Artes e o músico Rodrigo Lee, que visa a divulgação de trabalhos autorais e acontece no Teatro Nicionelly Carvalho da Cia Bella de Artes (Edf. Manhattan) no inicio de cada mês. O evento de abril (13/04) contará com a presença do cantor Wanderson Di Lourenço, vocal da banda EDDEN, que apresentará dessa vez um pouco de sua faceta solo e contará com a participação de vários músicos das bandas Sound Rocket e Maverick Laurah.

A apresentação começará às 20:00h. Maiores informações no telefone: 3715-5563

terça-feira, 10 de abril de 2012

FILME EXPERIMENTAL NO CINECLUBE DO ICCBA



O cineclube Luz, Câmera, Reflexão do ICCBA (Instituto Cultural Cia Bella de Artes) exibirá nesta terça o filme Drawing Restraint 9, pois neste mês está apresentando filmes experimentais.

Lançado em 2005 e dirigido pelo artista plástico Matthew Barney, Drawing Restraint 9 é uma obra de vanguarda baseada em um ritual religioso, a cerimônia do chá no Japão. É essencialmente um filme sensorial, calcado em imagens, muitas das quais foram captadas no navio baleeiro Nishin Maaru. A trilha sonora foi composta pela cantora islandesa Björk, que também atua.

As sessões do cineclube têm entrada franca e rolam às terças, às 20:00 horas, no Teatro Nicionelly Carvalho, no ICCBA. A curadoria é dos professores Lucas Marciano e Rozana Maris Faro. A apresentação dos filmes, excepcionalmente nas primeiras sessões, será do ex-curador do cineclube, o jornalista Daniel Souza Luz. A programação teve colaboração do professor Hevisley Ferreira. O ICCBA retomou o cineclube em parceria com o Sinpro (Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais) e a UJS. A idade mínima recomendada para assistir aos filmes é de 18 anos. O Instituto Cultural Cia Bella de Artes fica à Rua Prefeito Chagas, 305, Pilotis, Centro Empresarial Manhattan. Mais informações: 3715-5563.


terça-feira, 3 de abril de 2012

Cineclube Luz, Câmera, Reflexão inicia temporada de 2012 nesta terça com o filme: Manderlay – de Lars Von Trier

Hoje, 03/04/2012 às 20 horas no Instituto Cultural Companhia Bella de Artes o Cine Club Luz, Câmera e Reflexão com o filme: Manderlay – de Lars Von Trier.


O cineclube Luz, Câmera, Reflexão do ICCBA retoma sua programação nesta terça-feira, dia 3 de abril, às 20 horas. O filme escolhido para tal é Manderlay, de Lars Von Trier. O tema das sessões deste mês é cinema experimental.

Lars Von Trier é um cineasta dinamarquês extremamente polêmico, declarado persona non grata pelo Festival de Cannes por piadas de mau gosto sobre o nazismo, acusado de ser sexista por filmes como O Anticristo e muito criticado e ao mesmo tempo elogiado pelo Dogma 95, método de cinema experimental que lançou junto com o cineasta Thomas Vinterberg. Manderlay é de 2005 e uma espécie de continuação de Dogville, filme que Von Trier lançou em 2003, lançando mão da mesma estratégia inovadora: não há cenários, a não ser marcas de giz no chão que delimitam os espaços em um estúdio vazio, o que concentra a força dramática no roteiro e nas interpretações, que exigem um elenco de primeira linha: a mitológica Laura Bacall, Willian Dafoe, Bryce Dallas Howard, Danny Glover, Chloe Sevigny e atores europeus não tão conhecidos do grande público, mas muito apreciados pela crítica, tais como Udo Kier. Em Manderlay Von Trier discute a escravidão nos Estados Unidos e critica negativamente o país, o que levou um dos atores que atuou em Dogville, James Caan, conservador politicamente, a abandonar o projeto.


As sessões do cineclube deste mês tem o tema CINEMA EXPERIMENTAL, sempre com entrada franca e rolam às terças, às 20:00 horas, no Teatro Nicionelly Carvalho, no ICCBA. A curadoria é do jornalista Daniel Souza Luz, do professor Lucas Marciano e da historiadora Rozana Faro. A idade mínima recomendada para assistir aos filmes é de 18 anos. O Instituto Cultural Cia Bella de Artes fica à Rua Prefeito Chagas, 305, Pilotis, Centro Empresarial Manhattan. Mais informações: (35) 3715-5563 - institutociabelladeartes@gmail.com

segunda-feira, 2 de abril de 2012

AGENDA - abril de 2012




  

PROJETO LUZ, CÂMERA E REFLEXÃO

As sessões do cineclube deste mês tem o tema CINEMA EXPERIMENTAL, sempre com entrada franca e rolam às terças, às 20:00 horas, no Teatro Nicionelly Carvalho, no ICCBA. A curadoria é do jornalista Daniel Souza Luz, do professor Lucas Marciano e da historiadora Rozana Faro. A idade mínima recomendada para assistir aos filmes é de 18 anos. O Instituto Cultural Cia Bella de Artes fica à Rua Prefeito Chagas, 305, Pilotis, Centro Empresarial Manhattan. Mais informações: 3715-5563.


Abril de 2012
Ciclo CINEMA EXPERIMENTAL

Dia 03- Manderlay – de Lars Von Trier
Dia 10- Drawing Restraint 9 – de Matthew Barney
Dia 17- Trash Humpers – de Harmony Korine
Dia 24- Dogville – de Lars Von Trier


PROJETO ENCARTE MUSICAL

O Encarte Musical é um evento criado pelo Instituto Cultural Cia Bella de Artes com curadoria do músico Rodrigo Lee, que visa a divulgação de trabalhos autorais. Acontece no Teatro Nicionelly Carvalho, na sede da Cia Bella de Artes  à Rua Prefeito Chagas, 305, Pilotis, Centro Empresarial Manhattan. A apresentação este mês será no dia 13, às 20:00h, com a apresentação do música WANDERSON DE LOURENÇO. Mais nformações no telefone 3715-5563.





PROJETO SARAU DE POESIA

Palco aberto para os presentes se apresentarem recitando uma poesia, cantando, dançando ou atuando. Na quinta feira, 26/04, às 20h no Teatro Nicionelly Carvalho - Instituto Cultural Companhia Bella de Artes - Rua prefeito Chagas, 305 - Centro - Edifício manhattan. Mais informações 935) 3715.5563.
Entrada Franca



OFICINA DO PALCO


A OFICINA DO PALCO, utilizando o “Método dos Menestréis”, desenvolvido por Oswaldo Montenegro e que ainda nos dias de hoje é amplamente usado, tendo como princípio básico abolir o medo de errar. São vários exercícios de teatro que quando aplicados, reforçam, sobretudo, a ideia de que a intuição deve ser a mola mestra de toda e qualquer arte. A duração desta primeira oficina é de 36h (3 meses) com vagas limitadas. Os professores Zé Alexandre e Morgana Bittencourt têm ampla experiência no tema, tendo trabalhado com Oswaldo Montenegro em músicas e peças. Informações: (35) 3715-5563.